É!
é de fôrma o escarro que sai destas ventas entumecidas? é de
ideia a poeira sob as unhas que roçaram teu corpo morno de nervos
dilacerados? é de verdade o estafo dos musgos esquecidos em pedras
pré-históricas? é de lógica os miúdos estalados no asfalto de gato
atropelado? é de ser o devir que me esmaga e me inventa no dorso de mim
mesmo?????
“Assimetria das curvas dos rios daquelas matas interiores tocando as linhas retas das estradas da Nova Ibéria; anúncio do novo com seus chips eletrônicos e suas danças para chuvas”.
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