A Castro Alves,
Oh, povo de intempestivos rompantes!
Cortai galerias emplumadas, enchei com odor acre os espaços diminutos, apinhados de gente sensata.
Mostrai a cara, oh deus dos danados, às frontes rosadas infames...
Mostrai a cara, oh bicho raivoso, para que vejam o assombro dos séculos passados:
chicotes, tumbeiros e palmares.
“Assimetria das curvas dos rios daquelas matas interiores tocando as linhas retas das estradas da Nova Ibéria; anúncio do novo com seus chips eletrônicos e suas danças para chuvas”.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
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